Cats Strikes Back...
Thursday, August 17, 2006
Tuesday, June 20, 2006
Para a minha musa...
Tua pele suave, quente, clara,
Teu sorriso me mata de alegria.
Teus cabelos são como uma seara,
Quando te vejo, alegra-se-me o dia.
Teus olhos azuis, profundos,
Como as melodias que tu gostas.
Por ti, gasto todos os segundos,
Por ti, rejeito propostas.
És um anjo caído das alturas,
Meu Deus, como tu és bela!
Quero trocar contigo doçuras,
Só para ti, minha donzela.
Tuesday, April 11, 2006
almeida garrett II

The rose - A Sigh
"If this delicious, grateful flower,
Which blows but for a little hour,
Should to the sight so lovely be,
As from it’s fragrance seems to me,
A sigh must then it's colour show,
For that is the softest joy I know.
And sure the rose is like a sigh,
Born just to soothe and then - to die."
Almeida Garrett, Folhas Caídas.
O meu poema favorito de Almeida Garrett ;) Enjoy!
"If this delicious, grateful flower,
Which blows but for a little hour,
Should to the sight so lovely be,
As from it’s fragrance seems to me,
A sigh must then it's colour show,
For that is the softest joy I know.
And sure the rose is like a sigh,
Born just to soothe and then - to die."
Almeida Garrett, Folhas Caídas.
O meu poema favorito de Almeida Garrett ;) Enjoy!
Thursday, April 06, 2006
Voz e Aroma
A brisa voga no prado,
Perfume nem voz não tem;
Quem canta é o ramo agitado,
O aroma é da flor que vem.
*
*
A mim, tornem-me essas flores
Que uma a uma eu vi murchar,
Restituam-me os vedores
Aos ramos que eu vi secar...
*
*
E em torrentes de harmonia
Minha alma se exalará,
Esta alma que muda e fria
Nem sabe se existe já.
*
*
in "Folhas Caídas" de Almeida Garrett
*
Bem, hoje quero-vos deixar com um poema de Garrett....
Para reflectir...
*
© шищы цљюдба йзцїтчэљ
Wednesday, April 05, 2006
Homenagem a Agostinho da Silva

Agostinho da Silva (1906-1996)
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O Verdadeiro Intelectual
"Não há nenhuma vida verdadeiramente intelectual em que a polémica não seja um acidente, um desnível entre o engenho e a cultura adquirida, por um lado, e por outro, o meio ambiente; o pensador não é, por estrutura, polemista, embora não fuja ante a polémica, nem a considere inferior; o seu domínio é no campo da paz, não entre os instrumentos de guerra; quando a batalha se oferece sabe, como o filósofo antigo, marchar com a calma e a severa repressão dos instintos que o mundo inteiro, ante a sua profissão, tem o direito de exigir; o seu dever de cidadão impõe-lhe que tome, ao ecoar da voz bárbara, a lança que defende as oliveiras sagradas e os rítmicos templos. A sua linha, porém, o fio de cumeadas por que se alongam os seus passos melhores comportam apenas uma invenção superadora, um perpétuo oferecer aos seus amigos humanos de toda a descoberta possibilidade de um caminho mais belo e mais nobre.
Vê-se como um guia e um observador de horizontes que se estendam para além dos limites do mar e dos limites do céu; a sua missão é a de pôr ao alcance de todos o que novamente contemplaram os seus olhos e de os ajudar a percorrer a estrada que abriu ou desvendou; com toda a humildade, todo o carinho que proveem de ter medido a imensa distância que ainda o separa de Deus e de ter aprofundado a tristeza e a treva em que se debatem e se amesquinham seus irmãos; inteligência e caridade não andam longe uma da outra quando são ambas verdadeiras.", Agostinho da Silva, in 'Considerações e Outros Textos'.
"Não há nenhuma vida verdadeiramente intelectual em que a polémica não seja um acidente, um desnível entre o engenho e a cultura adquirida, por um lado, e por outro, o meio ambiente; o pensador não é, por estrutura, polemista, embora não fuja ante a polémica, nem a considere inferior; o seu domínio é no campo da paz, não entre os instrumentos de guerra; quando a batalha se oferece sabe, como o filósofo antigo, marchar com a calma e a severa repressão dos instintos que o mundo inteiro, ante a sua profissão, tem o direito de exigir; o seu dever de cidadão impõe-lhe que tome, ao ecoar da voz bárbara, a lança que defende as oliveiras sagradas e os rítmicos templos. A sua linha, porém, o fio de cumeadas por que se alongam os seus passos melhores comportam apenas uma invenção superadora, um perpétuo oferecer aos seus amigos humanos de toda a descoberta possibilidade de um caminho mais belo e mais nobre.
Vê-se como um guia e um observador de horizontes que se estendam para além dos limites do mar e dos limites do céu; a sua missão é a de pôr ao alcance de todos o que novamente contemplaram os seus olhos e de os ajudar a percorrer a estrada que abriu ou desvendou; com toda a humildade, todo o carinho que proveem de ter medido a imensa distância que ainda o separa de Deus e de ter aprofundado a tristeza e a treva em que se debatem e se amesquinham seus irmãos; inteligência e caridade não andam longe uma da outra quando são ambas verdadeiras.", Agostinho da Silva, in 'Considerações e Outros Textos'.
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Para quem gosta de Agostinho da Silva, o Público lançou há pouco tempo uma colecção de 5 DVD em celebração do centenário do seu nascimento.
ice age review
ICE AGE 2 – The Meltdown (2006)Realização: Carlos Saldanha
Argumento: Peter Gaulke e Gerry Swallow
Produção: Lori Forte
Música Original: John Powell
Género: Animação / Comédia / Familiar
País: E.U.A.
Resumo: O tigre dentes-de-sabre Diego, o mamute Manny e a preguiça Sid estão de volta nesta sequela do êxito “Ice Age”. O vale está prestes a descongelar e eles têm que partir e avisar os outros animais.
A minha classificação: ■■■■□
Para quem se tornou fã, tal como eu, do primeiro filme "Ice Age" recomendo o mais recente “Ice Age 2 – The Meltdown”. A manada continua nas suas aventuras pelo vale, agora prestes a descongelar, e promete muita aventura e humor.
Devo dizer que eu não gostava muito de filmes de animação mas “Ice Age” é, agora, um dos meus filmes de eleição. Achei o primeiro filme excelente, cheio de momentos de aventura e de diversão, e carregado de um humor muito original, rematado por cenas de grande sensibilidade e ternura.
O que mais aprecio neste filme é a caracterização dos personagens, quer a nível físico quer a nível psicológico. O meu personagem favorito é a Preguiça Sid. Aquele modo de falar, tão característico, o andar, os dentinhos, o modo de dormir!!! E, claro, não esqueçamos que o Sid é um "geniusssshhhhh"! Claro que o Scrat não deixa de ser “aquela personagem”, e tive até o prazer de constatar, quando assisti ao “Ice Age 2” no cinema, que quando aparecia o Scrat era uma onda de risada pela sala. Para os fãs do esquilo, o realizador reservou um momento especial na vida do Scrat, no final do filme, mas não conto pois não quero estragar a surpresa àqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ir ver o filme.
O que menos gostei no filme foi o facto de conter partes musicais a mais. Houve até uma altura em que surgiu uma coreografia e, logo de seguida, uma outra. Não que não goste dessas partes, mas achei exagerado relativamente ao primeiro filme em que, se bem se recordam, a coreografia dos “dodos” partiu tudo.
Encontrei na internet duas opiniões diferentes acerca do filme. Uma, de Dick Steel (Singapura), que realça os aspectos negativos do filme, outra, de André Gonçalves (Portugal), que “defende” a sequela.
“Here, Scrat opens the movie, and emulating the style of the first, he provides most of the laughs (…)”, Dick Steel (Singapura), IMDB, em http://www.imdb.com/title/tt0438097/
Ao vermos o segundo filme, podemos constatar que é nas cenas do Esquilo que mais nos rimos, e que essas cenas vão aparecendo, à medida que o filme se desenrola, a seguir a uma cena com os outros personagens. Isto poderia cobrir as piadas pouco conseguidas dessas cenas mas, na verdade, não sou de acordo pois acho que, para além das cenas extremamente bem conseguidas do Esquilo, o resto do filme está repleto de momentos muito hilariantes.
Percebo, contudo, a opinião de Steel e acho que muitas outras pessoas constataram esse facto. É como se o realizador usasse o Esquilo para fazer rir as pessoas, já que o resto do filme não tem grande piada. Mas não é bem assim uma vez que, repito, o filme está repleto de momentos muito hilariantes que correspondem às expectativas dos fãs!
Mais à frente Dick Steel diz: “We learn that Sid has gone into the early childhood business, educating the young minds of pre-historic brats. However, I felt that this movie was somehow darker in tone than the original. While the original was one which dealt with hope, this one had its setting in extinction, disaster and death.”.
O primeiro filme tinha mensagens bem patentes como a importância da família e dos valores morais ou o valor da amizade e do amor. Neste segundo filme deparamo-nos com uma tartaruga devorada pelos monstros aquáticos, pela ameaça da iminente destruição do vale, pela própria presença lúgubre dos abutres, etc. Contudo, penso que os realizadores mantiveram bem a presença de um humor muito original que cobriu esse aspecto mais “negro”, como opina Dick Steel. Se bem se lembra quem viu o primeiro filme, a última cena transparece esperança e continuidade (indicia, até, uma sequela) quando Sid diz: “Sabem o que é que era bom agora? Aquecimento global!”. Pois, no segundo filme, o gelo derrete mesmo e termina, também, com uma cena reconfortante e que patenteia a esperança pois podemos ver uma manada alargada (agora com 6 elementos) que brinca dizendo que os mamutes são os pais, o Sid e os gambas os filhos e o tigre o tio. Mais uma vez está presente a questão da família, da união, da amizade e do amor. Com nada de mais positivo e alegre se poderia terminar o filme! Ah… Claro que o filme não termina aí, mas sim com uma cena final do Esquilo, que, já disse, não vou contar! Ahah! “Quem também está de volta nesta sequela é o azarado Scrat, considerado por muitos (e bem) como a personagem mais memorável do primeiro filme. O realizador Carlos Saldanha volta-nos a brindar com mais momentos hilariantes protagonizados pelo pobre roedor e a sua eterna busca pela sua predilecta bolota, que assume até contornos paradisíacos… e mais não digo. Haverá porventura quem diga que é mais do mesmo. Pode até ser, mas neste caso as personagens encontram-se tão bem delineadas (porventura melhor que no original, o qual já não vejo há um par de anos) e nota-se tamanho empenho na construção dos diálogos que facilmente descartamos a possibilidade de haver algumas semelhanças entre os dois filmes. E afinal, todas as sequelas têm que trazer algo dos originais, caso contrário não seriam continuações.”, André Gonçalves, em C7nema, http://www.c7nema.net/site/html/modules.php?name=Reviews&rop=showcontent&id=1502
“And that makes this sequel, as enjoyable as, if not better, than the original. Recommended stuff this week!”, Dick Steel.. O filme é excelente e poderá estar mais amadurecido mas o primeiro é “aquela base” :P
“A verdade é que “Ice Age 2” sucede exactamente onde pretende e é uma cura perfeita para um dia deprimente, tal é a dose de boa diversão que consegue oferecer em menos de hora e meia. A não perder, sobretudo pelos fãs do original…. 8/10…. André Gonçalves”
“Nem sempre “mais” é sinónimo de “melhor” - e quando falamos de sequelas de grandes êxitos, isso raramente acontece.”
Penso que há a opinião generalizada de que sequela é sinónimo de “fazer render o peixe”, e, apesar de “Ice Age 2” poder ser algo desse género, acho que conseguiu superar as expectativas pois eu pagava mais 4 euros para ir ver outra vez o filósofo Sid, o mal-encarado Manfred ( Manny para os amigos), o predador Diego e o triste do Esquilo!
Fiquem bem!
Devo dizer que eu não gostava muito de filmes de animação mas “Ice Age” é, agora, um dos meus filmes de eleição. Achei o primeiro filme excelente, cheio de momentos de aventura e de diversão, e carregado de um humor muito original, rematado por cenas de grande sensibilidade e ternura.
O que mais aprecio neste filme é a caracterização dos personagens, quer a nível físico quer a nível psicológico. O meu personagem favorito é a Preguiça Sid. Aquele modo de falar, tão característico, o andar, os dentinhos, o modo de dormir!!! E, claro, não esqueçamos que o Sid é um "geniusssshhhhh"! Claro que o Scrat não deixa de ser “aquela personagem”, e tive até o prazer de constatar, quando assisti ao “Ice Age 2” no cinema, que quando aparecia o Scrat era uma onda de risada pela sala. Para os fãs do esquilo, o realizador reservou um momento especial na vida do Scrat, no final do filme, mas não conto pois não quero estragar a surpresa àqueles que ainda não tiveram a oportunidade de ir ver o filme.
O que menos gostei no filme foi o facto de conter partes musicais a mais. Houve até uma altura em que surgiu uma coreografia e, logo de seguida, uma outra. Não que não goste dessas partes, mas achei exagerado relativamente ao primeiro filme em que, se bem se recordam, a coreografia dos “dodos” partiu tudo.
Encontrei na internet duas opiniões diferentes acerca do filme. Uma, de Dick Steel (Singapura), que realça os aspectos negativos do filme, outra, de André Gonçalves (Portugal), que “defende” a sequela.
“Here, Scrat opens the movie, and emulating the style of the first, he provides most of the laughs (…)”, Dick Steel (Singapura), IMDB, em http://www.imdb.com/title/tt0438097/
Ao vermos o segundo filme, podemos constatar que é nas cenas do Esquilo que mais nos rimos, e que essas cenas vão aparecendo, à medida que o filme se desenrola, a seguir a uma cena com os outros personagens. Isto poderia cobrir as piadas pouco conseguidas dessas cenas mas, na verdade, não sou de acordo pois acho que, para além das cenas extremamente bem conseguidas do Esquilo, o resto do filme está repleto de momentos muito hilariantes.
Percebo, contudo, a opinião de Steel e acho que muitas outras pessoas constataram esse facto. É como se o realizador usasse o Esquilo para fazer rir as pessoas, já que o resto do filme não tem grande piada. Mas não é bem assim uma vez que, repito, o filme está repleto de momentos muito hilariantes que correspondem às expectativas dos fãs!
Mais à frente Dick Steel diz: “We learn that Sid has gone into the early childhood business, educating the young minds of pre-historic brats. However, I felt that this movie was somehow darker in tone than the original. While the original was one which dealt with hope, this one had its setting in extinction, disaster and death.”.
O primeiro filme tinha mensagens bem patentes como a importância da família e dos valores morais ou o valor da amizade e do amor. Neste segundo filme deparamo-nos com uma tartaruga devorada pelos monstros aquáticos, pela ameaça da iminente destruição do vale, pela própria presença lúgubre dos abutres, etc. Contudo, penso que os realizadores mantiveram bem a presença de um humor muito original que cobriu esse aspecto mais “negro”, como opina Dick Steel. Se bem se lembra quem viu o primeiro filme, a última cena transparece esperança e continuidade (indicia, até, uma sequela) quando Sid diz: “Sabem o que é que era bom agora? Aquecimento global!”. Pois, no segundo filme, o gelo derrete mesmo e termina, também, com uma cena reconfortante e que patenteia a esperança pois podemos ver uma manada alargada (agora com 6 elementos) que brinca dizendo que os mamutes são os pais, o Sid e os gambas os filhos e o tigre o tio. Mais uma vez está presente a questão da família, da união, da amizade e do amor. Com nada de mais positivo e alegre se poderia terminar o filme! Ah… Claro que o filme não termina aí, mas sim com uma cena final do Esquilo, que, já disse, não vou contar! Ahah! “Quem também está de volta nesta sequela é o azarado Scrat, considerado por muitos (e bem) como a personagem mais memorável do primeiro filme. O realizador Carlos Saldanha volta-nos a brindar com mais momentos hilariantes protagonizados pelo pobre roedor e a sua eterna busca pela sua predilecta bolota, que assume até contornos paradisíacos… e mais não digo. Haverá porventura quem diga que é mais do mesmo. Pode até ser, mas neste caso as personagens encontram-se tão bem delineadas (porventura melhor que no original, o qual já não vejo há um par de anos) e nota-se tamanho empenho na construção dos diálogos que facilmente descartamos a possibilidade de haver algumas semelhanças entre os dois filmes. E afinal, todas as sequelas têm que trazer algo dos originais, caso contrário não seriam continuações.”, André Gonçalves, em C7nema, http://www.c7nema.net/site/html/modules.php?name=Reviews&rop=showcontent&id=1502
“And that makes this sequel, as enjoyable as, if not better, than the original. Recommended stuff this week!”, Dick Steel.. O filme é excelente e poderá estar mais amadurecido mas o primeiro é “aquela base” :P
“A verdade é que “Ice Age 2” sucede exactamente onde pretende e é uma cura perfeita para um dia deprimente, tal é a dose de boa diversão que consegue oferecer em menos de hora e meia. A não perder, sobretudo pelos fãs do original…. 8/10…. André Gonçalves”
“Nem sempre “mais” é sinónimo de “melhor” - e quando falamos de sequelas de grandes êxitos, isso raramente acontece.”
Penso que há a opinião generalizada de que sequela é sinónimo de “fazer render o peixe”, e, apesar de “Ice Age 2” poder ser algo desse género, acho que conseguiu superar as expectativas pois eu pagava mais 4 euros para ir ver outra vez o filósofo Sid, o mal-encarado Manfred ( Manny para os amigos), o predador Diego e o triste do Esquilo!
Fiquem bem!
XXXXXXX
E já sabem, se virem alguma bolota no chão não lhe mexam pois o Scrat deve andar aí e ferra-vos a unha!
Tuesday, April 04, 2006
A Voz do Silêncio
A Voz do Silêncio"A pessoa que sou é única, limitada a um nascer e a um morrer, presente a si mesma e que só à sua face é verdadeira, é autêntica, decide em verdade a autenticidade de tudo quanto realizar. Assim a sua solidão, que persiste sempre talvez como pano de fundo em toda a comunicação, em toda a comunhão, não é 'isolamento'. Porque o isolamento implica um corte com os outros; a solidão implica apenas que toda a voz que a exprima não é puramente uma voz da rua, mas uma voz que ressoa no silêncio final, uma voz que fala do mais fundo de si, que está certa entre os homens como em face do homem só. O isolamento corta com os homens: a solidão não corta com o homem. A voz da solidão difere da voz fácil da fraternidade fácil em ser mais profunda e em estar prevenida."
Vergílio Ferreira, in 'Espaço do Invisivel I'
tribute to pink floyd

"Breathe, breathe in the air
Don't be afraid to care
Leave, but don't leave me
Look around Choose your own ground
Long you live and high you fly
And smiles you'll give and tears you'll cry
And all you touch and all you see
Is all your life will ever be
Run, rabbit run
Dig that hole, forget the sun
And when at last the work is done
Don't sit down It's time to dig another one
For long you live and high you fly
But only if you ride the tide
And balanced on the biggest wave
You race towards an early grave"
Para mim, a melhor banda do Mundo!... :)




